De acordo com o delegado Alessandro Vieira, foram presos sete pessoas, sendo cinco homens e duas mulheres, além de dois adolescentes apreendidos. Ainda encontram-se foragidos quatro integrantes, todos identificados. Foram presos: Luiz Santos Vasconcelos, vulgo 'Luizinho', 31 anos, um dos líderes da quadrilha, Anthony Pacheco Rosário, o 'Pança', 18, Thiago Rodrigo Santos Rodrigues, o 'Diabo Loro', 24, Robson Gomes dos Santos, Robson Galego, 21 anos, Marcelo Araújo dos Santos, além das mulheres Maria Raimunda Alves dos Santos, 34, e Maria das Graças da Conceição Santos, 33 anos.
Entre os roubos que mais chamaram a atenção da polícia estão as ações violentas praticadas contra um vigilante no estacionamento do Tribunal de Contas da União. A quadrilha agrediu o profissional e roubou sua arma de fogo. Outra ação de grande repercussão foi o roubo de um carro no conjunto dos Motoristas, no bairro Grageru, onde um pai de família foi baleado no rosto quanto tentava proteger os seus filhos dos criminosos.
Modo de atuação – Conforme as investigações, o modus operandi básico da quadrilha era roubar carros para desmanchar e vender as peças e depois assaltar pessoas e saquear empresas e residências. “Os carros eram levados para lugares desertos para serem desmanchados e depois outros integrantes em carros próprios da quadrilha iam fazer o resgate dos assaltantes”, disse o delegado Alessandro.
Ações coordenadas – A polícia já sabe qual o papel de cada membro da quadrilha. Os líderes são Cássio Neguinho, Luizinho e Diabo Loro. Até o momento foram apreendidos com eles três armas de fogo, Tvs de LCD, jogos de roda de veículos e celulares. Além de Aracaju e Barra dos Coqueiros, a quadrilha também agiu em Lagarto e Pirambu.
As investigações continuam no sentido de prender todos os foragidos e desvendar qual o papel dos integrantes no tráfico de drogas. Os levantamentos mostram que eles também vendiam cocaína, no bairro Coroa do Meio, nas proximidades do Farol da Marinha. “Contamos com o apoio da população para prender os foragidos, pois eles são perigosos, estão armados e já executaram várias ações violentas no Estado. A maioria deles já têm passagem pelo Cenam e pelo sistema prisional do Estado”, explicou Flávio Albuquerque.
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