Ayres Britto não delira, a Justiça é que se impõe


Por Paulo Márcio

Causou enorme desconforto entre os petistas e seus bajuladores travestidos de jornalistas uma frase pronunciada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Carlos Ayres Britto, quando da leitura do seu voto que condenou por corrupção ativa os mensaleiros José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares, a trinca que tentou fazer da “res publica” uma Cosa Nostra, desviando rios de dinheiro dos cofres públicos para comprar apoio parlamentar, nos exatos termos da denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal e do brilhante voto do Relator da Ação Penal 470, ministro Joaquim Barbosa.

As viúvas do lulopetismo estão irresignadas com o resultado do julgamento e profundamente irritadas com o Supremo, por isso tentam, a todo custo, não só pôr na berlinda a atuação do Pretório Excelso, a quem acusam de ter se convertido em um “tribunal de exceção”, como assacam contra a honra dos seus membros, em particular de Carlos Ayres Britto, que ao chamar as coisas pelo seu verdadeiro nome, não tergiversou, definindo magistralmente a trama urdida pelo PT em uma só palavra: “golpe”.

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