Cedro, Telha e Própria podem ter situação de emergência decretada

Seides e Defesa Civil verificaram problemas causados pelo rompimento do dique da barragem do Rio Jacaré

A secretária de Estado da Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social (Seides), Conceição Vieira, acompanhou a equipe técnica da Defesa Civil estadual nesta terça-feira, 16, para verificar os problemas ocorridos nos municípios de Cedro de São João, Telha e Propriá por causa das fortes chuvas que provocaram o rompimento do dique da barragem do Rio Jacaré.
De acordo com a secretária, todos os municípios em situação de emergência foram incluídos na política de recuperação de habitação. “Vimos que tem mais três municípios sergipanos para ser oficializados pelo Estado em situação de emergência, então eles também estão sendo incluindo na política de recuperação de habitação”, relatou

Em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a equipe da Defesa Civil sobrevoou os três municípios para registrar detalhadamente os problemas e reunir documentos para, caso seja necessário, decretar as situações de emergência. “É importante ternos a noção exata do que está acontecendo para podermos trabalhar uma avaliação de danos e, conseqüentemente, decretar situação de emergência se for o caso”, explicou o coordenador da Defesa Civil em Sergipe, major Mendes.


Segundo ele, os municípios de Telha e Cedro de São João estão viabilizando a criação de coordenadorias municipais de Defesa Civil. “A Defesa Civil não é mais uma questão de querer ou não. É uma necessidade para a qual os gestores municipais devem atentar de modo que a gente possa ter uma preparação melhor dentro das regiões”, observou.
A ida da equipe técnica da Defesa Civil a três dos 17 municípios atingidos pelas chuvas faz parte da execução de algumas ações definidas na reunião ocorrida na última segunda-feira, 15, no auditório da Seides, com a participação de coordenadores municipais da instituição e representantes das 17 prefeituras.
Na avaliação do major Mendes, o encontro, além de avaliar a situação, também mostrou a importância da criação das coordenadorias municipais da Defesa Civil. “Na reunião discutimos procedimentos que devem ser adotados em casos de acontecimentos provocados por força da natureza”, contou.
O assunto que mais esteve em evidência foi a destruição provocada pela chuva e água de rios que transbordaram. “A chuva esse ano provocou estragos em 17 municípios sergipanos, em cinco com maior intensidade. Mas para receber recursos dos governos do Estado ou Federal, o município precisa ter uma coordenadoria municipal da Defesa Civil. Do contrário, os recursos não podem ser enviados”, explicou o coordenador.

Fonte: Seides

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