"Perdi meu filho para as drogas": bairro Olaria um desafio para o próximo gestor



Canindé de São Francisco/SE - Vitor Hugo tem razão: "A miséria é mãe de tudo que é ruim". 
E assim a comunidade do bairro Olaria vai ficando famosa por ser divulgada nos meios de comunicação como sendo um local onde reina, em absolutismo, o mundo das drogas. As notícias em relação a comunidade são negativas e a justificativa para essas situações é sem dúvida a falta de investimento no social e nas implantações de melhores ofertas de políticas públicas para uma das comunidades de Canindé de São Francisco. 

Com o título: "VIOLÊNCIA NO BAIRRO DA OLARIA: JOVEM É ASSASSINADO DENTRO DE CASA' o blog "Na Forma da Lei Notícias", contribuiu para denunciar sobre a violência existente na comunidade onde o principal fator é a droga. Mostrar essa realidade escondida é muito importante para sabermos fazer o novo desenho de uma das maiores comunidade de Canindé de São Francisco e mostrar-mos que a falha esta na vontade política dos governantes atuais, principalmente, sobre àqueles que estão "sentados" enquanto gestores responsáveis por implantarem a melhoria social do bairro e assim termos melhores indicativos de avanços humanitários. Um exemplo prático dessa desatenção é o fato de que o posto médico de saúde falta os remédios da farmácia básica; a falta de médico, onde as pessoas, em muitas vezes, levam o material para o posto médico da comunidade como gazes, esparadrapo e algodão em função da falta desses. O responsável por essa situação é o gestor da pasta de saúde, Murilo Porto de Andrade. 


No exemplo da falta de implantação de melhores políticas públicas, como por exemplo o esporte, percebe-se que a caneta que autoriza ao trabalho é a do Secretário de Gestão, Meio Ambiente e agora segundo suplente de Senador de Eduardo Amorim, Cacá Andrade. O homem que dirigiu a prefeitura por oito anos e não melhorou os indicativos sociais que prometeu no plano de governo da gestão apresentado ainda nas eleições de 2004 que culminou na vitória de Orlando Porto de Andrade é uma dos principais responsáveis por este estado de miséria social que Canindé passa.

Uma mãe que dá um depoimento de que perdeu o seu filho para as drogas é algo que convida a sociedade a pensar, nesse período de eleição e a qual definirá o próximo gestor, em que tipo de programas sociais os candidatos irão apresentar para a sociedade nos próximos quatro ou oito anos (?). 

A sociedade está refém. A falta de vontade política está criando situações onde toda a população encontra-se em estado de vulnerabilidade social e de risco. É o Estado que não oferece segurança e o município que não cobra e nem investe no social. O bairro Olaria, assim como outras áreas excluídas desse processo de atenção e vontade política precisam ser cuidados ou todos pagaremos a conta. O que faltou para o bairro Olaria foi vontade política e atenção social, zelo e respeitos para com os moradores e em especial para com as crianças da comunidades que precisam desenvolver o intelecto motor e não o aprendizado do mau. 

Os efeitos chegaram e a causa está dita: falta de atenção social. 
Adeval Marques

Leia a matéria do blog:

"Perdi meu filho pras drogas"... Com essa frase a mãe da vítima JOSE ANILTON LEITE DOS SANTOS resumia toda a dor após presenciar o assassinato do filho.

O crime ocorreu na manhã do último sábado, quando dois indivíduos chegaram de moto na residência da vítima e lhe alvejaram com diversos disparos. A mãe da vítima travou luta corporal com um dos assassinos, mas não conseguiu impedir a execução de ANILTON. Porém, apesar do contato tão próximo, ninguém no imóvel conseguiu reconhecer os criminosos.

Segundo as poucas informações colhidas os homens se aproximaram quando ANILTON saía de moto, após ser alvejado com os primeiros disparos ANILTON correu para se abrigar dentro de casa, mas foi perseguido e não teve chance de sobreviver.

O fato é que ANILTON passou mais de 2 anos e meio no presídio, e a princípio não há indícios de quem teria praticado o crime.

Na porta da residência ainda pudemos ver 'as sobras da violência', marcas de disparos na parede e porta.

Contudo a dor da família não escondeu a consciência da realidade, pois a mãe e a tia de ANILTON comentaram que durante a semana por diversas vezes ele pediu perdão a elas e comentava que 'era um arquivo vivo' e 'sabia que ia morrer', mas nunca explicava os motivos.


Por, Na Forma da Lei Notícias

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