Para cada bandido morto, dois policiais perderão a vida



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Para cada bandido morto, dois policiais perderão a vida
Há mais de uma década a polícia de São Paulo vive um embate com uma facção criminosa que se organizou dentro do sistema penitenciário.
O poder de planejamento, articulação e execução das empreitadas delituosas causam espantos entre as autoridades constituídas.

A rapidez e o desembaraço como as ordens do comando são cumpridas deixam as instituições policiais atônitas, pois a estrutura da segurança pública, infelizmente, obedece a um organograma cheio de tecnicismo.
É muito técnico e burocrata para travar as ações policiais.
Aí, como se não bastasse a “burrocracia estatal”, entra em cena também os aproveitadores de plantão, travestidos de defensores dos direitos humanos e senhores e senhoras da verdade. Nesse contexto tem de tudo: sociólogos, religiosos, repórteres, advogados, promotores, políticos, assistentes sociais, lideres comunitários, etc...
O foco desse pessoal, hoje em dia, é as ações da Rota – Ronda Ostensiva Tobias Aguiar, cujos corajosos integrantes se arriscam diariamente no enfrentamento da criminalidade, principalmente contra a tal facção criminosa. Se não fosse as incursões da Rota a população de São Paulo estava ________ (completem da maneira que quiserem).
As ordens do comando da facção criminosa são rápidas e diretas e dadas através de “salves”; a pena para quem não cumpre o “salve” é a morte.
O “salve” mais recente é: para cada “irmão” morto, dois “cachorros” morrerão! Leia-se: irmão é o integrante da facção e os cachorros são os policiais militares.
A inversão de valores está posta à sociedade, inclusive com vários ônibus incendiados e 49 policiais mortos só no mês de julho...

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