Operação Velho Chico prende quatro pessoas em Propriá envolvidas com tráfico de drogas

Cerca de 60 integrantes da Polícia Civil e Polícia Militar realizam desde as primeiras horas desta sexta-feira, dia 20, a Operação Velho Chico, em Propriá, distante 98 km de Aracaju. O objetivo é cumprir 13 mandados judiciais de busca e apreensão em imóveis suspeitos de servirem de ponto de apoio para traficantes. A ação também resultou na prisão de quatro pessoas em flagrante e também na apreensão de um revólver, quase meio quilo de maconha à granel e em papelotes, seis pedras de crack e quase R$ 400, obtidos na venda desses entorpecentes.

Os presos foram identificados como Verônica Caldeira dos Santos, 31 anos, que estava com um revólver calibre 38 e quatro munições sob o colchão onde dorme; Josivan de Oliveira Alves, 21, flagrado com sete papelotes de maconha e seis pedras de crack escondidos dentro de um tênis; Genilson Matos Pinheiro, 26, que guardava cerca de 400 gramas de maconha à granel e mais três papelotes, uma balança, uma moto sem placa e R$ 76; e José Wilson Caetano, 22, com nove papelotes de maconha, R$ 317 e pedaços de plástico para embalar crack.

Para a coordenadora da Delegacia Regional de Propriá, Roberta Fortes, a ação está sendo positiva, pois ajudou a desmontar pontos suspeitos de serem utilizados como bases por traficantes. "As pessoas presas são acusadas de traficar ou dar suporte à venda de narcóticos, o que será apurado mais detalhadamente com as investigações que se seguem. Fizemos esse levantamento prévio para identificar os locais e pedimos à justiça a emissão dos mandados de busca e apreensão. Já na operação contamos com diversas unidades da Polícia Civil e Polícia Militar", revelou.

Além da Delegacia Regional de Propriá e da Coordenadoria da Polícia Civil do Interior (Copci), as abordagens às casas indicadas nos mandados de prisão contatam com o apoio de equipes das delegacias de Japoatã, Ilha das Flores, Aquidabã, Carmópolis, Lagarto, Pacatuba, Cristinápolis, Capela. Também deram suporte nas abordagens soldados do Batalhão de Choque e Grupamento de Ações Táticas do Interior – Gati - da Polícia Militar, e do Grupamento Tático Aéreo – GTA - da Secretaria de Estado da Segurança Pública - SSP.

Fonte: Cinform

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