quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Justiça Social

Caro leitor, estamos vivendo dias de muitos acontecimentos, e estes acontecimentos de forma direta afeta a vida de todos os sergipanos independente da sua classe social e étnica, é bem verdade que possuímos culpa, mas não acredito que esta culpa seja na totalidade minha e sua. Vivemos em comunidade, mas o principio norteador da comunidade não habita em nós, logo o império do individualismo trava lutas diárias conosco, ele busca seu lugar no sol, ele quer que sejamos pessoas egocêntricas, e nós não sabemos mais responder as indagações do que vem a ser o papel do Pai, da Mãe, ou mesmo o que é ser irmão. Sempre me fica engasgado, a ideia que perdemos de vista o significado do que é ser comunidade. O que afinal é ser humano na sua essência?.  Não temos tido muito tempo para refletir sobre estas perguntas, é verdade. Mas, será que o processo evolutivo da racionalidade e sensibilidade do homem atrofiou?. Será que o egocentrismo realmente é chave para um mundo igualitário? Eu na condição de filho sergipano estou cansado de ouvir falar em violência em nosso Estado, não dá para continuar vendo homens de bem ter a vida interrompida por falta de segurança em nosso estado, cadê “o novo”? O marketing da ostentação ou o marketing da mentira, aí esta o significado do novo “o caus”, o caus na saúde, na educação, na segurança pública, nas finanças, na infra-estrutura e na interpretação e aplicabilidade dos direitos e garantias fundamentais conforme destacado na constituição federal do Brasil.

A pergunta é, onde querem chegar com essa mentalidade de siri?

Porque criar divisões e subdivisões das classes, se no fim o sistema comercial-econômico precisa de todos para existir? Porque a própria natureza nos obriga a vivermos em comunidades e sociedade? Se não somos diferentes, porque rotular pessoas?, Porque não se sensibilizar com a dor dos outros?, Se não somos diferentes, porque os ricos é quem desfruta dos melhores serviços para manutenção da vida? E se formos realmente diferentes, porque não fazermos logo uma demarcação territorial, onde cada grupo de posse da sua identidade formasse sua própria comunidade e a ela fosse instituída as mesmas regras, onde sob nenhuma hipótese uma comunidade deva se aproximar da outra, agora imagine como seria uma comunidade formada só por bilionário, outra apenas com ricos, outra somente de intelectuais teóricos, outra de magistrados, outra só para políticos e outra para pobres, lembresse apenas que para todas as comunidades as mesmas leis, as mesmas sementes e as mesmas ferramentas onde cada uma deva edificar seus sonhos. Será que algum dos grupos deixaria de existir?. Afinal como foi dito anteriormente à própria natureza constituiu o homem e a mulher com a mesma anatomia setorial e sistemática, logo qualquer diferença imposta por uma mente é meramente falta de senso com o tempo que lhe é propiciado. E assim penso que se justiça significar o respeito e a igualdade entre todos os cidadãos, e se, seu objetivo for manter a ordem social por meio da interpretação e aplicabilidade das leis, porque a preservação da vida e as garantias dos homens ainda não lhes pertencem?  Não sei se você já parou para avaliar o quão está difícil viver ou sobreviver a cada dia, devido à ingenuidade ou maldade dos que nos governam, na verdade a cada dia alguns jovens deixam de ser jovens para se tornarem zumbis duma sociedade necrótica e desumana, onde a racionalidade e o amor se conquistam num tragar de fumaças. E o pior é que seu filho pode ser o próximo zumbir a causar dor, sofrimento ou delito para ter um sonho que nunca lhes pertenceu. E derrepente você seja obrigado(a) a fazer uso dum direito que fora  elaborado para protegem bandidos. Porque a racionalidade humana não foi capaz de criar uma entidade para proteger os homens. Talvez haja tempo, talvez não haja tempo para libertar e evoluir o homem dos seus piores sentimentos, talvez seja à hora de incentivar a policia federal a agir em defesa da vida, da dignidade, da ética, dos desejos e dos sonhos dos homens de bem. Talvez não seja à hora de confiar em discursos que estão sendo elaborados para 2014, talvez seja o momento de querer ter seres humanos nos representando ao invés de gafanhotos famintos em meio as lavouras. Agora, agora não é hora de talvez, agora é hora de pensar em evoluir, agora é o momento de banir a corrupção, agora é hora de lavar o rosto para limpar o sangue de tantos inocentes que foram embora sem ao menos ter tido tempo de dizer até logo.

Será que a justiça social só existirá se a sociedade tiver que usar as próprias mãos, para dar a sentença final? Pense nisso, e lute para conquistar um lar, uma cidade e um estado de Paz.

Cordialmente,

Propriá/SE; 30.10.2013

DIEGO COSTA EXPLICA DECISÃO DE DEFENDER A ESPANHA

  Um dia após anunciar que optou por defender a seleção da Espanha ao invés da brasileira, o atacante Diego Costa explicou sua decisão. Em entrevista ao site oficial do Atlético de Madri, seu clube, ele afirmou que o país ibérico foi quem lhe deu tudo na vida, e disse que, na Europa, sente o carinho das pessoas.

Foi uma decisão complicada por tudo o que significa: jogar pelo país em que nasci ou pelo que me deu tudo? Pensei, repensei e decidi que o melhor é jogar pela Espanha, pois foi aqui que fiz minha vida. Tudo o que tenho na vida foi esse país que me deu. Aqui, sinto um carinho especial, me sinto valorizado pelo que fiz. Aqui, sinto o carinho das pessoas, discursou.

O avante, porém, pediu para que seu gesto seja visto simplesmente com viés futebolístico. Para Diego Costa, a decisão de defender uma seleção estrangeira não significa que ele tenha renunciado ao Brasil, onde nasceu.

As pessoas têm que entender que não renunciei ao Brasil. Simplesmente me sinto valorizado aqui (Espanha), onde conquistei tudo na minha carreira. Tudo o que sou devo a este país. Foi uma decisão pensada, mas não é uma renúncia. Tenho família no Brasil, que foi onde vivi a vida toda e onde, se Deus quiser, vou morar depois que parar de jogar futebol. Espero que as pessoas respeitem e entendam.

Já falando como atleta da Fúria, o jogador do Atlético de Madri agora aguarda apenas o chamado do treinador da atual campeã do mundo, Vicente Del Bosque. A convocação deve acontecer em breve, já que a Espanha enfrenta Angola e África do Sul em amistosos marcados para os dias 14 e 18 de novembro.

Defender essa camisa não é pra qualquer um. É uma honra, algo único na vida de um futebolista. A partir do momento em que Vicente (Del Bosque) me convoque, se eu puder jogar 10, 15 minutos que seja, vou dar tudo de mim, como sempre fiz pelos meus clubes. Pela seleção não será diferente. Quero contribuir de alguma forma, concluiu.

Fonte: ESPN

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