O Sintese informou que os professores vão se reunir em assembleia na quinta-feira (19),, às 9h, em Aracaju, para avaliar o movimento e decidir os rumos.
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| Sintese; Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe — Foto: Sintese |
O pleno do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) confirmou, na sessão desta quarta-feira (18), a ilegalidade da greve deflagrada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese) no último dia 9 de março.
Uma decisão já havia sido assinada pela juíza Adelaide Maria Martins Moura, atendendo a um pedido do Governo do Estado que apontava irregularidades do movimento, como a ausência de convocação específica de assembleia para deliberar sobre a greve, a inexistência de plano de manutenção dos serviços essenciais e a falta de comprovação de esgotamento das tentativas de negociações. Dessa vez, a matéria foi analisada pelo colegiado da corte.
O Sintese informou que os professores vão se reunir em assembleia na quinta-feira (19),, às 9h, em Aracaju, para avaliar o movimento e decidir os rumos. O sindicato também divulgou que a diretoria tem reuniões marcadas com o presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) e com a Secretaria de Estado da Educação. De acordo com o Sintese, o movimento grevista foi motivado após o governo do estado fechar as negociações e, por isso, a alternativa encontrada foi aprovar a paralisação geral. Dentre as reivindicações, estão valorização profissional, retomada da carreira do magistério e descongelamento de gratificações.
Por g1 SE
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